Cara Susana Branco e restantes colegas
Nota prévia
Depois de ler alguns dos trabalhos publicados e de ter vacilado na escolha de um, acabei por escolher para comentar o trabalho da Susana Branco, por ser bastante diferente do meu. Essa diferença é patente, penso eu, em todo o trabalho. A forma como aborda toda a temática revela um profundo conhecimento e um saber fazer de toda a dinâmica das BE.
Utilizando uma linguagem desportiva sinto que estou a “jogar” com profissionais de alta competição, com formação, competências e que utilizam ferramentas várias de que eu não disponho, uma vez que o meu percurso ainda é curto nestas andanças.
Depois de consultar os diversos trabalhos colocados no fórum, sinto que tive muito pouco tempo para reflectir e interiorizar toda informação. De facto, percebo que alguns dos pontos identificados, são uma prática comum na BE onde desenvolvo a minha actividade e não foram por mim referidos.
Aspectos críticos que a bibliografia identifica
Neste ponto pelos motivos que acima refiro nem me atrevo a comentar, uma vez que foi sem dúvida o item que mais dificuldade tive em perspectivar e que a Susana Branco domina.
Competências do professor bibliotecário
Neste ponto concordo particularmente com a Ameaça que é a “Coordenação de 2 BE”, uma vez que vivo essa realidade de estruturar, organizar e dinamizar duas bibliotecas, que tem públicos alvos diferentes e que exigem dinâmicas diversas.
Organização e Gestão da BE
Neste ponto, o trabalho desenvolvido pelos coordenadores concelhios, leva-me a crer que está implementada uma certa uniformização na orgânica das BE. No entanto as propostas apresentadas em “Desafios. Acções a implementar” são de facto inovadoras e a ter em consideração.
Gestão da Colecção
Neste item o trabalho que desenvolveu é notável. Nesta descrição é evidente que um trabalho consistente, de longo prazo e ajudado pela criação do lugar de professor bibliotecário, contribuirá para a implementação de uma política de gestão da colecção.
A BE como espaço de conhecimento e aprendizagem. Trabalho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes.
Neste aspecto, embora a articulação com os diferentes departamentos tenha dado alguns passos na minha escola, não há ainda um trabalho estruturado e consequente.
No entanto, “Promover/ divulgar recursos produzidos pela BE para estudo autónomo (guiões e fichas de trabalho)”, é um dos aspectos que já se implementou na BE, e que como dizia na nota prévia não referi.
BE/ PTE e os novos ambientes digitais.
Desafio constante, o paradigma digital, é uma área onde as BE, dentro das escolas, tem sabido manter a dianteira. No entanto, não é fácil acompanhar a constante inovação e é difícil contrariar alunos que procuram a BE apenas à “procura dos computadores para jogos” e que são a “geração Copy/paste”.
Gestão de evidências/ avaliação.
Os caminhos percorridos pelas BE são aqui muito diferentes. Enquanto algumas dão os primeiros passos, outras como se pode ver no trabalho exposto, tem dinâmicas que não se ficam pelo seu espaço, mas que envolvem toda a escola na sua avaliação. Estes dispositivos de Autoavaliação são seguramente uma mais-valia que nem sempre é fácil de implementar. Cito precisamente o caso da minha escola, onde este processo criou um conjunto de anti-corpos.
Gestão da mudança SÍNTESE
Tal como no primeiro ponto, também aqui sinto que tenho um caminho a percorrer. Com esta formação espero adquirir um saber fazer que me permita trilhá-lo com maior segurança.
Florinda Carvalho
Nota prévia
Depois de ler alguns dos trabalhos publicados e de ter vacilado na escolha de um, acabei por escolher para comentar o trabalho da Susana Branco, por ser bastante diferente do meu. Essa diferença é patente, penso eu, em todo o trabalho. A forma como aborda toda a temática revela um profundo conhecimento e um saber fazer de toda a dinâmica das BE.
Utilizando uma linguagem desportiva sinto que estou a “jogar” com profissionais de alta competição, com formação, competências e que utilizam ferramentas várias de que eu não disponho, uma vez que o meu percurso ainda é curto nestas andanças.
Depois de consultar os diversos trabalhos colocados no fórum, sinto que tive muito pouco tempo para reflectir e interiorizar toda informação. De facto, percebo que alguns dos pontos identificados, são uma prática comum na BE onde desenvolvo a minha actividade e não foram por mim referidos.
Aspectos críticos que a bibliografia identifica
Neste ponto pelos motivos que acima refiro nem me atrevo a comentar, uma vez que foi sem dúvida o item que mais dificuldade tive em perspectivar e que a Susana Branco domina.
Competências do professor bibliotecário
Neste ponto concordo particularmente com a Ameaça que é a “Coordenação de 2 BE”, uma vez que vivo essa realidade de estruturar, organizar e dinamizar duas bibliotecas, que tem públicos alvos diferentes e que exigem dinâmicas diversas.
Organização e Gestão da BE
Neste ponto, o trabalho desenvolvido pelos coordenadores concelhios, leva-me a crer que está implementada uma certa uniformização na orgânica das BE. No entanto as propostas apresentadas em “Desafios. Acções a implementar” são de facto inovadoras e a ter em consideração.
Gestão da Colecção
Neste item o trabalho que desenvolveu é notável. Nesta descrição é evidente que um trabalho consistente, de longo prazo e ajudado pela criação do lugar de professor bibliotecário, contribuirá para a implementação de uma política de gestão da colecção.
A BE como espaço de conhecimento e aprendizagem. Trabalho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes.
Neste aspecto, embora a articulação com os diferentes departamentos tenha dado alguns passos na minha escola, não há ainda um trabalho estruturado e consequente.
No entanto, “Promover/ divulgar recursos produzidos pela BE para estudo autónomo (guiões e fichas de trabalho)”, é um dos aspectos que já se implementou na BE, e que como dizia na nota prévia não referi.
BE/ PTE e os novos ambientes digitais.
Desafio constante, o paradigma digital, é uma área onde as BE, dentro das escolas, tem sabido manter a dianteira. No entanto, não é fácil acompanhar a constante inovação e é difícil contrariar alunos que procuram a BE apenas à “procura dos computadores para jogos” e que são a “geração Copy/paste”.
Gestão de evidências/ avaliação.
Os caminhos percorridos pelas BE são aqui muito diferentes. Enquanto algumas dão os primeiros passos, outras como se pode ver no trabalho exposto, tem dinâmicas que não se ficam pelo seu espaço, mas que envolvem toda a escola na sua avaliação. Estes dispositivos de Autoavaliação são seguramente uma mais-valia que nem sempre é fácil de implementar. Cito precisamente o caso da minha escola, onde este processo criou um conjunto de anti-corpos.
Gestão da mudança SÍNTESE
Tal como no primeiro ponto, também aqui sinto que tenho um caminho a percorrer. Com esta formação espero adquirir um saber fazer que me permita trilhá-lo com maior segurança.
Florinda Carvalho
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